quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Google desenvolve ferramenta para gerenciamento de energia

O Google é conhecido por fornecer um monte de serviços online, mas a companhia também quer agora ajudar as pessoas a serem mais amigas da natureza, no seu dia-a-dia. A empresa está lançando a idéia chamada "Google PowerMeter", que atualmente está em fase de protótipo. Ele permitirá aos proprietários de residências medir e analisar seu consumo de energia através da página iGoogle...
Leia a notícia completa: http://www.guiadohardware.net/noticias/2009-02/4994248C.html


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Cientistas inventam lâmpada que custa 7 reais e dura 60 anos

Fonte: Guia Do Hardware

Durante décadas, convivemos com as lâmpadas incandescentes, que com seu devido mérito, cumpriram a missão de levar a luz elétrica a todos - até a chegada das lâmpadas fluorescentes, que são muito mais eficientes, mais econômicas, duram mais e por esses motivos são mais "amigas da natureza".
Contudo, essa tecnologia que chegou há relativamente pouco tempo também pode estar com os dias contados...
Leia a notícia completa:
http://www.guiadohardware.net/noticias/2009-02/498A00EE.html

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Ericsson desenvolve torre de transmissão movida a vento

Fonte e créditos: Guia Do Hardware (http://www.guiadohardware.net/noticias/2008-10/48EE29BE.html)

Você já reparou quantas torres de transmissão de sinais existem ao seu redor, especialmente aquelas voltadas para celulares? Pois é, estas consomem uma energia elétrica danada para se manterem ativas e conseguirem transmitir e receber sinais dentro de determinada área.

Pensando em amenizar o impacto destas, a Ericsson divulgou seu novo conceito em torres de transmissão, que funciona com energia eólica e é chamada de "Tower Tube", devido ao seu formato oco. Tendo como parceira a universidade sueca Uppsala e a empresa Vertical Wind AB, a Ericsson está desenvolvendo o conceito como parte de um portfólio de soluções eficientes do ponto de vista financeiro e ao mesmo tempo sustentáveis e amigas da natureza.

A torre movida a vento é uma versão mais aprimorada e potente de um projeto criado anteriormente pela empresa, e usa fontes renováveis de energia. Ela explora a energia eólica através de uma turbina de quatro lâminas com cinco metros cada, e verticalmente anexas à torre. O rotor vertical das lâminas trabalha silenciosamente e minimiza a carga sobre a torre durante a operação.

Testes estão sendo feitos para determinar a eficiência do projeto da Ericsson, verificando também se o rotor de lâminas verticais realmente abre a possibilidade de uma comunicação portátil a baixo custo, com impactos reduzidos ao meio ambiente.

A Tower Tube não tem nenhuma necessidade de fontes de alimentação e sistemas de refrigeração, e seu consumo é de 40% menor que uma torre tradicional, ajudando a manter os custos baixos de operação. Ela pode ser adaptada à diversos tipos de transmissão, com vários tamanhos e cores. Ponto para a Ericsson :-)


Site oficial:
http://www.ericsson.com/campaign/towertube/

Fonte e cŕeditos:
Guia Do Hardware
http://www.guiadohardware.net/noticias/2008-10/48EE29BE.html

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

A saga dos 'Eco-eletrônicos'

Atualmente, além de iPhones, Eee PCs, mini-notebooks e outras popularidades no ramo da informática, ouvimos muito sobre eletrônicos 'amigos do meio ambiente'. Seja qual for o motivo pelo qual o produto possui este título, ele entra na mídia como uma mercadoria-modelo, indiscutivelmente ecológica, e isso se torna o principal atrativo de marketing da novidade, que passa a ser agradável aos ouvidos dos consumidores, a grande maioria preocupada e ao mesmo tempo muito desinformada. Mas será que tais smartphones, notebooks, PCs e outros produtos com título "Eco-coisa" realmente são amigos da natureza?

Leia o artigo na íntegra em:
http://www.guiadohardware.net/artigos/eco-eletronicos/

Fujitsu lança monitor que consome zero Watt em stand-by

Fonte: Guia Do Hardware

A Fujitsu Siemens anunciou nesta quarta-feira o lançamento do primeiro monitor do mundo a consumir absolutamente nada de energia durante o modo stand-by, o que a companhia chama de "Eco mode". Os dois monitores "SCENICVIEW ECO", um de 20 polegadas (P20W-5 ECO) e outro de 22 polegadas (P22W-5 ECO), possuem uma fonte que automaticamente se desliga quando o monitor entra em modo de economia de energia. Isso faz com que a companhia afirme que o produto consuma zero Watt durante esse estado, em comparação com o gasto de 1 a 6 Watts dos monitores concorrentes.

(...)

Ressalto que o que faz um monitor ou qualquer outro produto ser ecológico não é apenas uma característica, e sim a maioria; o simples fato de um equipamento eletrônico consumir menos energia não o torna 'ecológico', e sim mais amigo do meio ambiente. Se o monitor fosse feito mais de 90% em material reciclado (e não "reciclável" apenas), fosse durável, resistente, muito econômico (zero Watt em stand-by, e pouquíssimo ligado), tivesse um firmware bem inteligente, e não poluísse a natureza em seu processo de produção, aí sim, eu poderia afirmar depois de tudo isso ser comprovado, que se trata realmente de um "produto ecológico".

Vale lembrar que há uma grande diferença entre o termo "reciclável" e "reciclado". Muitos PCs hoje são ditos como "amigos da natureza" tendo uma determinada porcentagem de material reciclável. O problema é que um PC feito de material "reciclável" é feito de material novo, assim como qualquer outro PC, mas que pode ser reciclado parcialmente após o término de sua vida útil. Já um PC feito de material "reciclado" significa que ele removeu materiais dispensados no ambiente (lixo), reciclou-os e usou na fabricação do produto.


Veja a notícia completa em:
http://www.guiadohardware.net/noticias/2008-08/48A4365C.html

Fonte do trecho em itálico:
http://www.guiadohardware.net/noticias/2008-04/480F4A96.html

Por Júlio César Bessa Monqueiro

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Desenvolvimento Sustentável

Por Júlio César Bessa Monqueiro

Resumo: Este artigo se propõe a alteração da forma de pensamento dos cidadãos com relação ao Desenvolvimento Sustentável, mostrando que a sociedade deve começar a agir e alterar seus atos e formas de pensamento, deixando de lado velhas tradições e adotando medidas novas e ecológicas, unindo forças de todos para enfim o planeta voltar a ser um ambiente harmonioso entre homem e natureza por longas gerações.

Palavras-chave: desenvolvimento sustentável, sustentabilidade, mobilização


1. Introdução e Caracterização do Problema: a relação homem-ambiente

O homem está modificando o planeta de forma destrutiva, que para extrair os recursos necessários para seu consumo – como a madeira, água, e etc – acaba não pensando nas conseqüências, derrubando florestas, executando queimadas, emitindo gases poluentes e esgotos sem controle. E o único responsável por todos os efeitos colaterais de tais alterações é o próprio homem - e cabe a ele resolver todo o problema de forma eficiente e duradoura, pois não é de direito do ser humano atual sacrificar o bem estar de gerações futuras. Segundo Azevedo,

Não estamos autorizados a pôr em risco a vida da humanidade. A simples existência de autêntica vida humana sobre a Terra apresenta-se como um valor, e a preservação das condições dessa existência como um dever a ser levado em conta pelas novas dimensões do agir humano. Não temos, portanto, o direito de escolher o não-ser das futuras gerações, em proveito do ser da presente geração. Em função disso, o agir humano coletivo rende-se a uma obrigação, em face daquilo que ainda não é, ou em relação ao não existente que, enquanto tal, não pode sustentar qualquer pretensão à existência. (AZEVEDO, p.2)

O uso descontrolado de seu poder e tecnologia deve se canalizar completamente para o meio ambiente, pois assim a natureza retribuirá à humanidade tais investimentos de forma totalmente benéfica e definitiva, com o clima se tornando estável, gerando alimentos saudáveis e água de qualidade, e menos catástrofes acontecendo. Quando o homem investe todo seu poder nele mesmo, sem pensar na conseqüência que está causando à natureza, esta acaba retribuindo o mal que a humanidade faz com o derretimento de calotas polares, por exemplo, além de diversos outros meios com que a natureza reage, diminuindo a qualidade de vida do homem. Mas, se a humanidade investisse todo o dinheiro e tecnologia que gasta para deixar seu conforto cada vez maior no meio ambiente, o planeta Terra como um todo retribuiria com ar de qualidade, águas puras, temperaturas estáveis, menos secas e enchentes, etc. Seria um ambiente mais harmonioso, com mais qualidade de vida, e de forma definitiva, pois desta a forma a natureza seria cuidada e não haveria mais preocupações do homem em sanar problemas com relação à sua sobrevivência terrestre.

2. Exemplificação

Conseqüências dessa destruição causada pelo homem são alterações na natureza e sociedade: no primeiro, podemos citar como exemplo mudanças climáticas, como derretimentos de calotas polares, enchentes e secas inesperadas, fenômenos naturais irregulares (raios, tufões, tsunamis, etc), alteração da temperatura média mundial, alteração do índice de infiltração de raios UV (Ultra Violeta), etc. Já na sociedade, destaca-se a desigualdade social, baixa qualidade de vida, mortes, etc. Esses dados são dados mostrados por Sisson (1994, p.79), e reportados de maneira alarmante por Silva (2005, p.2), este último mostrando vários aspectos negativos que existem não só no Brasil mas em todo o mundo: baixo índice de alfabetização, embora decrescente nos últimos anos; alto índice de desigualdade, onde os ricos controlam toda a política e riqueza do país; saneamento básico precário; e alta degradação ambiental. Estes são também problemas reportados por diversos países do globo e por Sisson, levando a crer que tais fatos não são exclusividades somente do país verde-e-amarelo, e sim de todo o globo terrestre.

3. Solução do Problema

Para solucionar as grandes disparidades causadas pelo próprio homem, deve-se formar na sociedade, profissionais que tragam soluções definitivas, que são aquelas criadas sem a intenção de substituí-las em um futuro a longo prazo; são aquelas 100% eficientes e eficazes, que não emitem nenhum tipo de substância poluente em nenhum momento, desde sua criação até sua combustão. Um exemplo são os motores a hidrogênio, que em sua combustão emite oxigênio e vapor d'água. Deve existir também um conjunto de pessoas que mobilizem a sociedade como um todo, como é mostrado por AZEVEDO (p.2). Não adianta qualquer escala da sociedade propor simplesmente medidas que contornem as desvantagens em termos de poluição do atual momento, como o álcool, que apensar de menos, polui também em sua combustão, assim como a gasolina. Contudo, não levando apenas o fator da combustão, mas sim da criação das fontes desse tipo de energia, podemos chegar a fatores desfavoráveis. Segundo uma pesquisa levantada pelo subprojeto “Agrofloresta”, integrante do grupo “Alternativas Sustentáveis” do Colégio Eng. Juarez Wanderley, administrado pelo Instituto Embraer de Educação e Pesquisa, a produção exacerbada e monocultural de cana-de-açúcar pode fazer com que o solo fértil de todo o país se esgote, e que não tenhamos espaço para outras formas de plantio; uma desvantagem básica e popular entre agrônomos que conhecem sobre monocultura. Deve-se pensar em soluções alternativas que tragam um número nulo de impactos ambientais e seja tão eficiente quanto os atuais recursos. Soluções alternativas são aquelas que substituem de forma eficazes nossos atuais recursos que poluem o meio ambiente. Um exemplo prático seria a substituição da sacola plástica descartável usada no supermercado por uma sacola feita de material reciclável que fosse retornável, ou comprada pelo próprio cliente, que sempre utilizaria esta mesma sacola em todas as suas comprar. Outro exemplo seria a substituição da gasolina e dos combustíveis para automóveis atuais pelo hidrogênio, que não degrada de nenhuma forma o ambiente, segundo ALMEIDA (2005, p.5).

3. Conclusão

Para os determinados valores vigentes na cultura do Brasil e do mundo se alterar, como o simpels ato de começar a separar os diversos tipos de lixo, é necessária a mobilização da sociedade, e o início deste movimento se dá a partir da alteração da forma de pensamento, cabendo a cada cidadão rever seus conceitos, como por exemplo, de não jogar o papel de bala na rua. Se todos unirem forças e convencerem o próximo a alterar seus valores e todos começarem a praticar, agir, haverá no planeja Terra um convívio harmonioso entre o homem e a natureza, pois um respeitará o outro: o homem não degradará a natureza e zelará por ela, e esta por reação devolverá ao homem tudo o que ele precisa para viver, de forma qualitativa, saudável e pacífica.

Bibliografia

TRAÇA, A. Hidrogénio como Combustível, 2005. Disponível em http://www.eq.uc.pt/inovar/hidrogenio.pdf . Acesso em 16/04/2008
AZEVEDO, S. A ética aplicada às questões ambientais. Disponível em http://www.ida.org.br/artigos/etica.pdf. Acesso em 16/04/2008
SILVA, L. I. L. Desenvolvimento Sustentável: Desafio e Oportunidade, 2005. Disponível em http://www.imprensa.planalto.gov.br/download/artigos/art290305.doc. Acesso em 16/04/2008
FILHO, A. S. O Que Há de Errado com a Política?, 1994. Disponível em http://www.humanitarismo21.com/livro/index.htm. Acesso em 16/04/2008

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Aquecimento Global

AQUECIMENTO GLOBAL
Por Guilherme Luís Lessa Capello Marques de Aro


Este artigo tem por objetivo apresentar a realidade do aquecimento global nos dias de hoje e as possíveis conseqüências se nada for feito para reverter esse quadro. O aquecimento do nosso planeta é um problema que deve ser cuidado com muito respeito e cautela, porém precisamos saber que tal problema pode ser solucionado se houver um trabalho de educação ambiental onde cada um fará a sua parte e se comprometerá com a ética ambiental.

Ao ler jornais, revistas, assistir ao noticiário, ouvimos falar constantemente no derretimento das calotas polares e no aumento da temperatura global. Outras notícias que também estamos cansados de ouvir se refere ao fato do aquecimento global ter solução e isto só depende de nós, já que só nós poderemos amenizar as conseqüências dos impactos ambientais que estão e continuarão sendo gerados.

O problema é que o assunto é debatido nos meios de comunicação, todos nós somos levados a reflexões e na prática podemos constatar que tudo continua a mesma coisa. Toda a população se diz preocupada em ajudar a combater o problema. Será mesmo verdade?

E quando estamos aproveitando as férias no litoral e deixamos nosso “lixo” na areia das praias? E quando estamos fazendo um “lanchinho” enquanto dirigimos e jogamos o papel e a latinha de refrigerante pela janela? E quando estamos em casa aos domingos sem nada para fazer e resolvemos lavar o carro? Ao conversar com as pessoas, todas dizem que são ecologicamente corretas e que buscam maneiras para não agredir o meio ambiente. Então porque o mundo teme o aquecimento global? Por que os impactos ambientais tornam-se cada vez mais evidentes?

A verdade é que a temperatura média global está se elevando cada vez mais. Segundo o pesquisador do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos, José Antônio Marengo, a partir do ano de 2040 – 2050 a Amazônia entra em estado de colapso e a vegetação passaria a ser outra predominando vegetações típicas de savana ou cerrado.

Há um documentário realizado pelo Greenpeace sobre mudanças do clima em que podemos constatar alguns dados importantes. Cerca de 20 a 30% da biodiversidade do planeta se encontra na Floresta Amazônica e aproximadamente 20% da água doce superficial do mundo se encontra na Bacia Amazônica. Podemos citar também que o regime de chuvas em toda a América Latina seria alterado já que a Amazônia tem um papel fundamental na manutenção da umidade da região.

Segundo o documentário exibido pelo Fantástico sobre Mudanças Climáticas, 75% dos gases poluentes emitidos pelo Brasil é conseqüência do desmatamento e das queimadas. Outro dado interessante é que cada brasileiro produz em média uma tonelada e meia desses gases por ano.

O especialista da NASA, James Hansen, publicou um artigo segunda-feira dia 07/04/2008 na revista Science que existem meios para solucionar o problema dos gases que provocam o efeito estufa. Hansen pede neste artigo que sejam fechadas todas as centrais que funcionam a carvão e a taxação das emissões até 2030.

James defende a proibição da construção de novas centrais, caso não tenham um sistema para captar as próprias emissões de dióxido de carbono. Outro problema apontado por James Hansen é que 90% da energia produzida se utilizam de recursos fósseis sendo o carvão, o recurso mais crítico.

Dessa forma é importante estarmos atentos às possíveis soluções para o aquecimento global. Aliás, soluções para tentar minimizar os efeitos causados pelo aquecimento global. O Brasil tem um potencial fantástico em sol, ventos e rios. Portanto, o país tem condições de gerar energia através de usinas hidrelétricas, eólicas e solares. O que falta é o investimento financeiro necessário para a implantação de novas usinas.

Outras medidas que estão sendo tomadas e devem ser motivo de orgulho da população brasileira é o projeto do Biodíesel como uma alternativa ao uso de combustíveis fósseis. Os carros híbridos também ganham destaque no cenário nacional. O uso do etanol no lugar da gasolina contribui muito para que o gás carbônico seja relativamente lançado em menor quantidade na atmosfera.

Uma outra medida que poderia ser usada se houvesse investimentos seria a fusão do Ministério do Planejamento e o Ministério do Meio Ambiente. Poderia haver investimentos em transportes públicos, para que a população pudesse adquirir novos hábitos, deixando, por exemplo, seus automóveis em casa na hora de ir para o trabalho, escola. Se houvesse investimentos e todo um trabalho de conscientização da população, a quantidade de carros circulando diminuiria muito e a conseqüência imediata seria a diminuição do gás carbônico sendo lançado na atmosfera provenientes dos escapamentos desses automóveis.

Enfim, pudemos perceber que o aquecimento global é um problema que devemos encarar com seriedade. Se cada um, desde nossos representantes políticos até nós cidadãos, fizesse a sua parte a tendência seria reduzir ao máximo os efeitos do aquecimento global.